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   NOMES BÍBLICOS e seus Significados



VIVENDO AS VERDADES DA BÍBLIA

Lição 7 - Uma Vida frutífera no Espírito

Classe: Discipulando - Ciclo 3
Revista: do Professor
Editora: CPAD

TEXTO BÍBLICO BASE

Gálatas 5.13-25
13 - Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.
14 - Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
15 - Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.
16 - Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne.
17 - Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis.
18 - Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
19 - Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia,
20 - idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
21 - invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus.
22 - Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
23 - Contra essas coisas não há lei.
24 - E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
25 - Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.
 
MEDITAÇÃO

Porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade; aprovando o que é agradável ao Senhor. (Ef 5.9,10)

REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA

   SEGUNDA FEIRA 2 Coríntios 5.17
   TERÇA FEIRA Romanos 13.10
   QUARTA FEIRA Lucas 17.11-19
   QUINTA FEIRA Mateus 5.5
   SEXTA FEIRA Efésíos 2.8-10
   SÁBADO Marcos 12.30,31

ORIENTAÇÃO AO PROFESSOR

INTERAGINDO COM O ALUNO

Professor, nesta lição estudaremos o fruto do Espirito. Este é um assunto importante para os discipulandos, pois o fruto do Espírito é necessário na vida de todos os cristãos. Esse Fruto é desenvolvido em nós quando nos submetemos à influência e ao poder do Espírito Santo, e isso se reflete em nossas atitudes e reações diante das pessoas da igreja local e diante do mundo.

O apóstolo Paulo falou do Fruto do Espírito quando escreveu aos gálatas, informando-os de que eram pessoas livres do pecado, mas que não deveriam dar ocasião à carne nessa liberdade e praticar coisas que desagradavam a Deus. E para fazer a justa distinção entre o que a carne poderia fazer e o que o Espírito pode fazer, Paulo falou àqueles crentes sobre as obras da carne e ensinou igualmente acerca do Fruto do Espírito. O cristão é livre para servir a Deus, e não para pecar ou dar mau testemunho. Em contraposição às obras da carne, contra as quais Deus tem sua Lei, o Fruto do Espírito não possui nenhuma contrariedade da parte de Deus e deve ser incentivado em todos os momentos.

OBJETIVOS

Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos:

Entender o que é o Fruto do Espírito, suas características e influências na vida do crente;
Explicar as diferenças entre o Fruto do Espírito e as obras da carne;
Recordar a importância das características do Fruto do Espírito na vida diária.

PROPOSTA PEDAGÓGICA

Para esta aula, comece perguntando aos seus alunos o que é um fruto. Com certeza diversas definições serão trazidas, e você pode aproveitar para informar que o Espírito Santo em nós produz o fruto que demonstra o nosso relacionamento com Deus e a influência desse relacionamento em nossas obras. Esse fruto é destacado na Bíblia com características específicas, e deve ser visto em todos os cristãos. E não há lei que incrimine tais características do Fruto do Espírito.

Não se esqueça de concluir sua aula mostrando que nenhum fruto nasce de um dia para outro, instantaneamente, na esfera espiritual. Na verdade, seu surgimento é paulatino, vai se formando com a atuação do Espírito Santo em nossas vidas.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

O fruto do Espírito é, definitivamente, um dos temas mais importantes da vida de um cristão. São nove características atreladas ao caráter, à forma com que uma pessoa vive e demonstra o quanto Deus agiu e age em sua vida. Não é opcional na vida cristã, pois se estamos em Cristo, devemos produzir atitudes que estejam em conformidade com o que Cristo espera de nós. Vamos estudar essas características nesta lição.

1. O QUE É O FRUTO DO ESPÍRITO

► 1.1. Definindo o termo.
O fruto do Espírito é um conjunto de características, de atributos que todo cristão que nasceu de novo deve ter em sua nova vida. Essas características existem para que sirvam de testemunho às pessoas à nossa volta, e para que possamos servir de exemplo para outras pessoas dentro e fora da igreja. Está bem atrelado à forma como tratamos uns aos outros, à forma como vivemos em sociedade e na igreja, na comunhão com os santos.

Uma séria advertência cabe aqui. Se estamos em Cristo, devemos produzir os frutos advindos dessa comunhão. Se um galho está firme em uma árvore, ele precisa dar fruto de acordo com a natureza daquela árvore. Caso não venha a dar fruto, ou se o fruto não for de acordo com a natureza daquela árvore, algo está errado. Da mesma forma, devemos dar amostras de nossa comunhão com Deus por meio de uma vida cheia do fruto dessa convivência, o fruto do Espírito.

► 1.2. Obras da carne.
Para que tenhamos condições de falar mais sobre o Fruto do Espírito, é preciso delimitar o que são as obras da carne, citadas por Paulo. As obras da carne são atitudes de pessoas que não conhecem a Jesus, e podem ser divididas, de forma básica, de acordo com o teólogo Lawrence O. Richards, em pecados de cunho sexual, religioso, de pessoas e de falta de moderação.

Os pecados na esfera sexual são a prostituição (qualquer relação sexual ilícita), a impureza (a imaginação voltada para questões sexualmente imorais. Uma pessoa pode não ter praticado o ato, mas ele está em seu coração, esperando a oportunidade de praticar) e a lascívia (uma fraqueza excessiva relacionada à prática do sexo ilícito, sem que haja, por parte da pessoa, um sentimento de arrependimento).

Os pecados da esfera da religião são a idolatria (mais do que se curvar a ídolos ou imagens de escultura, a idolatria é uma substituição do Criador pela criatura, e por isso, ofende a Deus.) e a feitiçaria (a prática de consultar demônios para obter vantagens; aqui está incluída a consulta aos mortos, uma prática que Deus proibiu em sua Palavra, em Deuteronômio 18.10,11).

Na esfera de pecados cometidos contra pessoas, encontramos as inimizades (sentimento contrário à confraternização, à amizade), porfias (rivalidades, conflitos), emulações (ou ciúmes, um tipo de ressentimento), iras (no plural, traz a ideia de uma vida dominada constantemente por esse sentimento), pelejas (uma modalidade de disputa gratuita), dissensões (sentimento de divisão), heresias (ou facções, um tipo de sentimento de achar que todas as outras pessoas estão erradas), invejas (o desejo de ter algo que apenas outra pessoa possui) e homicídios (ainda que não praticados).

Na esfera da falta de moderação, bebedices (uso em excesso de vinho e outras bebidas fortes ou entorpecentes) e glutonarias (excesso na alimentação).

► 1.3. Abusos naquilo que é lícito.
Observe que esses pecados são baseados em abusos de coisas consideradas lícitas. É correto e necessário ter fé, desde que ela seja direcionada a Deus, e tanto a idolatria quanto a feitiçaria são deturpações praticadas contra a fé no verdadeiro Deus.

Os pecados contra outras pessoas são pecados de relacionamentos. Não somos impedidos de nos relacionar com outras pessoas, mas o ânimo com que nos relacionamos pode ser um diferencial ruim diante de Deus. E de que adianta determinadas pessoas estarem em um grupo, se estão brigando, invejando umas às outras, ou se acham que são as únicas certas no mundo?

Os pecados de falta de moderação, igualmente, atrapalham a nossa vida espiritual. Pessoas que não conseguem se conter diante de alimentos ou bebidas, geralmente, dão mau testemunho sobre sua falta de moderação.

"Se estamos em Cristo, devemos produzir os frutos advindos dessa comunhão."

            AUXÍLIO TEOLÓGICO 1

“O Fruto do Espírito (Gl 5.22-24). Nós também não podemos escolher as conseqüências que se seguem à nossa decisão de servir uns aos outros pelo amor. Deus já as escolheu. E se fizermos esta escolha, e vivermos no poder do Espírito? Então Deus nos enche até transbordar de amor, alegria, paz, longanimida- de, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, fé e domínio próprio (ARA).

Você já notou que ao longo da margem de um rio a vegetação é sempre abundante e exuberante? É isto que a Bíblia diz sobre nós. Quando o Espírito Santo flui livremente em nossas vidas, um caráter rico e belo cresce. Nós somos cheios de amor, de alegria e de paz. Em todos os nossos relacionamentos exibimos esta • paciência, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio nos identificam como pertencentes a Deus. Não há maneira — não importando o quanto aremos ou desterremos, ou cultivemos e capinemos o nosso caráter, de produzirmos esta colheita sozinhos. Ela é produzida apenas pelo Espírito Santo de Deus, e apenas naqueles que vivem por Ele. É uma perspectiva fascinante. Ser livre para servir uns aos outros pelo amor. Ser livre da exigência esmagadora da nossa natureza pe- cadora. Ser livre para experimentar o amor, a alegria, a paz, a longanimidade - todas as coisas que Paulo disse que o Espírito Santo produz no crente” (Comentário Devocional da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, pp.848,49).

2. CONHECENDO O FRUTO DO ESPÍRITO

► 2.1. Amor e Alegria.
O fruto do Espírito começa com o amor. Amar é um mandamento divino, e é também uma escolha. Deus escolheu nos amar e nos mandar seu Filho para nos salvar, numa atitude de servo e de respeito. Essa mesma atitude é exigida de nós, pois a Bíblia diz que quem ama cumpriu toda a lei (Rm 13.10).

A alegria é uma característica da vida cristã. Ser um cristão não significa ser uma pessoa carrancuda, de semblante fechado, como se a salvação que Deus nos deu fosse motivo para ficarmos frustrados ou irritados. Essa descrição definitivamente não combina com o padrão de alegria mostrado por Paulo neste texto.

► 2.2. Paz e Longanimidade.
Para o mundo, paz resume-se em ausência de conflitos, de guerras. No entanto, de acordo com o sentido bíblico, no Antigo Testamento, paz representava o interesse entre duas nações ou pessoas individualmente, e os judeus se saudavam com o tradicional “shalom”, que não apenas é o desejo de que a outra pessoa tivesse paz, mas que se encontrasse com saúde e fosse próspera. Em o Novo Testamento, designava a ideia de reconciliação com Deus, com base no sacrifício feito por Jesus. A paz de Deus, portanto, envolve tanto a paz espiritual quanto a material.

A definição de longanimidade traz a ideia de um “longo ânimo”, ou longa respiração. Na cultura hebraica, tinha-se a ideia de que uma pessoa com “nariz longo”, ou uma respiração mais demorada, demonstrava um indício de demora em se irar por estar respirando profundamente. A pessoa longânima é aquela que aprendeu a dominar sua ira e não toma decisões em momentos de tensão. Deus, que nos serve de exemplo, não exercita sua justiça porque há pessoas irritadas umas com as outras, conforme nos diz Tiago: “Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus” (Tg 1.20). Cristãos não podem ser pessoas que se iram com facilidade e tomam atitudes baseadas nesses momentos.

► 2.3. Benignidade e Bondade.
A benignidade é a disposição interna em manifestar a bondade para com as pessoas. Uma pessoa benigna age com bondade, e não com malignidade. Se nascemos de novo, não podemos ser pessoas malignas, e sim benignas, pois o que irá definir ambas as características é a nossa disposição interior, se fomos ou não trabalhados pelo Espírito Santo. Uma pessoa benigna agirá da mesma forma que Deus age, benignamente.

A bondade é a prática do bem. Pessoas boas agem como Jesus orientou em Lucas 6.35: “Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei o bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus”. A referência para que sejamos bons é o próprio Deus, que estende sua bondade até para aqueles que não a merecem, como pessoas ingratas e más (Lc 17.11-19).

► 2.4. Fé, Mansidão e Temperança.
A fé não é apenas crer em Jesus. Neste caso, a palavra grega p/sf/s traz a ideia de uma pessoa que tem a fidelidade como uma de suas características. Portanto, fé como fruto do Espírito não é crer apenas em Jesus, e sim ser fiel a Ele, e honesto em nossas relações sociais. De nada adianta crermos em Jesus e sermos desonestos no trato uns para com os outros.

A mansidão consiste em sujeitar-se a Deus e à sua Palavra nos momentos de adversidade.

Um exemplo claro de mansidão é o de Moisés: “E era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra” (Nm 12.3). Quando a Bíblia diz que Moisés era um homem manso? Justamente quando ele tem sua liderança atacada por Miriã e Arão, seus irmãos de sangue. A mansidão de Moisés fez com que Ele buscasse ao Senhor e Deus interveio de forma sobrenatural naquela situação, honrando Moisés e repreendendo seus irmãos. E Jesus disse que os mansos herdarão a terra (Mt 5.5).

Temperança é a capacidade de ter equilíbrio, domínio próprio. Isso deve ser manifesto sobre os nossos desejos, pois todos devem estar sob controle, para que não venhamos a ser dominados pelo pecado. Uma pessoa que não tem domínio próprio, facilmente é vencida por suas vontades.

► 2.5. O Fruto do Espírito não é o batismo com o Espírito Santo. Há pessoas que confundem o fruto do Espírito com o batismo com o Espírito Santo. Este é um revestimento de poder para testemunhar Cristo, e de acordo com Atos (At 2.4; 10.46 e 19.6), vem acompanhado inicialmente do falar em outras línguas.

O fruto do Espírito é a ação de Deus em nossa vida diária. Enquanto o batismo com o Espírito Santo vem de fora para dentro, o fruto do Espírito vem de dentro para fora. É uma manifestação diária em nossas atitudes, e da mesma forma que um fruto leva um tempo para nascer em uma árvore, o fruto do Espírito cresce à medida que amadurecemos na vida cristã, suportando as provações e demonstrando às pessoas à nossa volta a graça de Deus em nós.

CONCLUSÃO

O fruto do Espírito é a marca de todo cristão. É manifesto em nossas ações, é um sinal claro de que estamos nos colocando à disposição do Senhor, para que as características dEle em nós sejam vistas tanto na igreja quanto fora dela. Lembre-se de que esse fruto não aparece de um dia para o outro, e não raro, surge em meio a situações de adversidade e tribulação, mas é justamente nesses momentos que Deus é visto em nossas vidas, fazendo com que Ele seja conhecido pelo nosso testemunho. Seguir a Cristo deve nos trazer resultados frutíferos sempre, pois o fruto do Espírito é para ser manifesto a todas as pessoas.

APROFUNDANDO-SE

“Porque, se tu foste cortado do natural zambujeiro e, contra a natureza, enxertado na boa oliveira, quanto mais esses, que são naturais, serão enxertados na sua própria oliveira!” (Rm 11.24). No tocante à palavra enxerto, vemos no Dicionário Wycliffe: “Este é um processo de horticultura pelo qual os ramos de uma árvore cultivada podem ser inseridos e o enxerto ocorre. Em Romanos 11.7ss, o apóstolo Paulo emprega essa prática de forma reversa. Os ramos selvagens, os gentios, são descritos como enxertados na árvore original, os israelitas”. Em que pese o fato de que esse texto aborda os gentios entrando no verdadeiro Israel de Deus, mostra o exemplo de como Deus age conosco, para que possamos dar frutos adequados a nossa nova natureza. Se estamos enxertados em Cristo, daremos frutos bons.

SUGESTÃO DE LEITURA

► Guia do Leitor da Bíblia
Este livro apresenta a introdução e o esboço de cada livro da Bíblia, versos-chave, referências, costumes, descobertas arqueológicas, mapas, cartas e um índice com os temas principais. Um livro que auxiliará tanto iniciantes como veteranos e estudiosos da Bíblia a encontrar os tesouros mais ricos das Escrituras Sagradas.

► Gálatas Comentário
A Epístola aos Gálatas tem despertado a atenção dos melhores comentaristas de todos os tempos, porque apresenta o pensamento de Paulo e expressa resumidamente a essência da doutrina e da vida cristã. Podemos dizer, sem medo de errar, que a despeito da ausência de beleza estilística, nunca houve na literatura humana outro livro de igual valor.

VERIFIQUE SEU APRENDIZADO

1. O que é Fruto do Espírito?
R.
É um conjunto de características, de atributos.
2. O que são obras da carne?.
R.
São atitudes de pessoas que não conhecem a Jesus, e podem ser divididas, de forma básica em pecados de cunho sexual, religioso, de pessoas e de falta de moderação.
3. O que são os pecados contra as pessoas?
R.
As inimizades, emulações, iras, pelejas dissensões, heresias, invejas, homicídios etc.
4. Comente sobre a alegria.
R.
Ser um cristão não significa ser uma pessoa carrancuda, mas ter ânimo pronto e apaziguado..
5. Comente sobre a Fé, a Mansidão e a Temperança.
R.
Ter fé é ser fiel a Jesus e honesto com Ele em nossas relações sociais. A mansidão consiste em sujeitar-se a Deus e à sua Palavra. Temperança é a capacidade de ter equilíbrio, domínio próprio.

VOCÊ SABIA?

“O fruto espiritual é um resultado natural da presença de Deus. Da mesma maneira como se espera que uma árvore frutífera dê frutos,
o povo de Deus deve produzir uma colheita de boas obras. Deus não tem utilidade para as pessoas que se dizem cristãs, mas que nada fazem a esse respeito. Como muitas pessoas no tempo de João, que eram o povo de Deus apenas no nome, não teremos nenhum valor se formos apenas cristãos nominais. Se os outros não puderem ver a nossa fé na maneira como os tratamos, podemos não ser o povo de Deus” (
Manual da Bíblia de Aplicação Pessoal. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, p.368). 

Fonte: CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus
 

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