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   NOMES BÍBLICOS e seus Significados



VIVENDO AS VERDADES DA BÍBLIA

Lição 6 - Uma vida cheia do Espírito

Classe: Discipulando - Ciclo 3
Revista: do Professor
Editora: CPAD

TEXTO BÍBLICO BASE

Efésios 5.15-21
15 - Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios,
16 - remindo o tempo, porquanto os dias são maus.
17 - Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.
18 - E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito,
19 - falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração,
20 - dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,
21 - sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.
 
MEDITAÇÃO

Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo. (Rm 14.17)

REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA

   SEGUNDA FEIRA Isaías 32.15
   TERÇA FEIRA Joel 2.28-32
   QUARTA FEIRA Lucas 24.49; João 1.32,33
   QUINTA FEIRA Atos 1.8
   SEXTA FEIRA Atos 2.1-13
   SÁBADO Atos 2.14-21

ORIENTAÇÃO AO PROFESSOR

INTERAGINDO COM O ALUNO

Neste domingo estudaremos sobre como os crentes podem ter uma vida cheia do Espírito de Deus. Esse modelo de vida possui características bem definidas, de acordo com Efésios 5.15-21. São características alcançáveis, desde que desejemos nos sujeitar ao domínio do Espírito de Deus.

Seus alunos precisam entender que ter uma vida cheia do Espírito influencia a forma como viverão e como serão vistos pelas pessoas com quem se relacionam. Não se esqueça de dizer aos seus alunos que ter uma vida cheia do Espírito Santo é diferente de possuir os dons espirituais. Há pessoas que não possuem nenhum dos dons destacados em 1 Coríntios e são cheias do Espírito Santo, pois ser cheio é demonstrado na forma como tratamos as pessoas e como procedemos no nosso dia a dia, ao passo que os dons são manifestações do Espírito para a Igreja. Naturalmente há pessoas que possuem dons e são cheias do Espírito, mas nem todas as pessoas que possuem dons necessariamente estão tendo suas vidas cheias do Espírito de Deus, como foi no caso da igreja em Corinto.

OBJETIVOS

Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos:

Explicar que ser cheio do Espírito faz com que nossa vida seja diferente em nosso testemunho e trato com outras pessoas.
Demonstrar as características registradas na Bíblia para uma pessoa cheia do Espírito de Deus;
Entender que ser uma pessoa cheia do Espírito é possível a todos os que já passaram pela experiência de ser salvos em Cristo;

PROPOSTA PEDAGÓGICA

Professor, nesta aula seus alunos deverão entender que ser cheio do Espírito é ter características que mostram que a nova vida é diferente, por termos o Espírito de Deus nos conduzindo em nossos atos. Comece sua aula perguntando aos seus alunos o que seria uma pessoa cheia do Espírito de Deus. Ajude-os nessa primeira mostra de raciocínio citando pelo menos duas características que Paulo destaca na carta aos Efésios, como a prudência e a sabedoria. À medida que eles forem falando, ajude-os acrescentando outras características, e desenvolva sua aula até que eles percebam e entendam a importância de se ter uma vida que agrade a Deus e exteriorize a prudência, a sabedoria, a gratidão, a sujeição e a adoração como marcas de um cristão cheio do Espírito.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Ter uma vida cheia do Espírito Santo requer de nós atitudes e disciplinas necessárias a essa finalidade. Isso não está relacionado aos dons espirituais, e sim a uma constante atitude de dependência da atuação divina. É um desafio aos crentes, mas igualmente importante para a vida cristã, pois ou somos cheios de nós mesmos, ou somos cheios do Espírito.

1. ENCHEI-VOS DO ESPÍRITO

1.1. “Enchei-vos do Espírito”.
O que é ser cheio do Espírito? Antes de avançarmos com essa pergunta, precisamos entender primeiro quem é o Espírito Santo e qual é a sua missão. O Espírito Santo é a terceira pessoa da Trindade. Ele foi enviado por Deus a fim de nos preparar para o grande dia do encontro com Jesus Cristo, por ocasião do arrebatamento da Igreja, como a noiva que foi preparada para encontrar-se com o seu noivo. A missão do Espírito Santo, portanto, é nos santificar, nos fazer caminhar mais perto de Deus e mais distante do mundo. Não estamos com isso dizendo que sua função é nos tirar do mundo, e sim tirar o mundo de dentro de nós, ou seja, preencher o espaço de nossas vidas com a sua presença, de forma que sejamos orientados por Ele e possamos viver de acordo com a vontade de Deus. Então, ser cheio do Espírito é ter a vida conduzida pelo Espírito de Deus. E de que forma podemos manifestar essa submissão ao Espírito Santo? Com algumas atitudes bem simples.

1.2. Agindo como pessoas sábias.
Paulo, em sua carta aos Efésios, descreveu as características de uma pessoa cheia do Espírito. A primeira delas está relacionada diretamente à forma de vida da pessoa: veja como você anda, não como um tolo, mas como um sábio. É possível escolher ser um sábio ou um tolo, e isso se descobre quando uma pessoa aplica ou não o conhecimento que já possui acerca de Cristo, ou seja, a nossa comunhão com Cristo deve ser manifesta em nossas atitudes.

Agir como um sábio é um exercício diário, pois diariamente somos tentados a agir de acordo com a nossa própria vontade, esquecendo-nos de nossa comunhão com Deus e de nossa posição no Reino dos Céus. Mas não estamos sós nessa caminhada, pois Deus não apenas está conosco, mas também está disposto a dar-nos a sabedoria necessária. Tiago, sobre esse assunto, disse: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada” (Tg 1.5). Veja que grande promessa do Senhor: Se algum de nós não tem sabedoria, pode pedi-la em oração, e Ele a dará de bom grado, liberalmente. Essa promessa é para nós hoje: Deus tem prazer em nos dotar com sabedoria, para que possamos manifestar a sua glória.

1.3. Remindo o tempo.
Remir o tempo é administrá-lo de forma sábia em todos os momentos. Como estamos de passagem neste mundo, não podemos utilizar esse presente dado por Deus a todas as pessoas, o tempo, com coisas que não trarão edificação.

Isso deve nos deixar alertas em relação à forma como passamos o nosso tempo. É preciso lembrar que somos novas criaturas e, por isso, devemos adquirir novos hábitos, como ler a Palavra De Deus todos os dias, passar um tempo em oração, buscar congregar em igrejas que estejam próximas de nossas casas ou acessíveis.

Se nesta vida temos pouco tempo, porque não podemos aproveitá-lo para fazer o que pode edificar a nossa vida e a de outras pessoas? O tempo é um recurso útil para praticar aquilo que agrada a Deus, e não podemos desperdiçá-lo. Uma das manifestações de uma pessoa cheia do Espírito é a forma como ela usa o seu tempo. Se nós somos cheios do Espírito, não perderemos tempo com coisas que desagradam a Deus, como falar mal da vida alheia, deixar de ler a Palavra de Deus, não partilhar o Evangelho com pessoas do nosso círculo de amizades. Somos desafiados a usar o nosso tempo sob o foco da perspectiva divina.

1.4. Entendendo a vontade do Senhor.
Paulo diz que devemos entender qual é a vontade do Senhor. Mas como entender a vontade de um Deus que não vemos? A resposta a essa pergunta encontra-se na leitura da Palavra de Deus e nos momentos de oração que passamos com Ele. Pela leitura da Palavra, vemos a vontade geral de Deus para nós nos diversos textos inspirados por Ele. A Bíblia é riquíssima em orientações para todas as situações pelas quais um ser humano passa, e essas orientações estão disponíveis para leitura, interpretação e aplicação.

Na oração, podemos passar momentos mais íntimos com Deus e ouvir sua voz para situações mais específicas. Naturalmente, devemos ter maturidade para entender que Deus não vai falar ao nosso coração nada que contradiga sua Palavra. Um homem casado que tenha um relacionamento extraconjugal não pode esperar que Deus concorde com seu estilo de vida, pois Deus condena o adultério e premia a fidelidade dentro do matrimônio.

Entender a vontade de Deus não é impossível, mas exige de nós maturidade e discernimento. Nem tudo Deus vai falar em sua Palavra, pois ela não é um livro de curiosidades, mas sua Palavra nos dará os princípios para que tomemos decisões acertadas, e se formos cheios do Espírito, seremos orientados por Ele.

            AUXÍLIO DIDÁTICO 1

“Efésios 5.15. Paulo encoraja os crentes a viverem não como néscios, mas como sábios. Em outras palavras, eles devem aplicar o conhecimento de Cristo que possuem à vida cotidiana e devem estar especialmente atentos à sua conduta para com os não crentes. ‘Andai com sabedoria para com os que estão de fora’ (Cl 4.5). A sabedoria foi disponibilizada para os crentes, eles apenas precisam pedi-la (1.17; Tg 1.5; 3.17).

Efésios 5.16. Os crentes devem usar cuidadosamente o seu tempo, aproveitando as oportunidades para fazer o bem (veja Gl 6.10). Isto implica que não devemos deixar que as circunstâncias nos controlem; ao contrário, devemos utilizar o tempo como um objeto ou recurso útil, assim como um senhor faz com seu servo. Não devemos ler esse versículo como se Deus esperasse ou aprovasse o trabalho compulsivo. Deus nos deu períodos de trabalho e de descanso. Não devemos nunca encontrar nas Escrituras uma desculpa para negligenciar as nossas necessidades físicas ou necessidades das nossas famílias. Porque devemos nos preocupar tanto para usar cada oportunidade para ajudar a atrair as pessoas das trevas para a luz? Porque estes dias são maus, escreveu Paulo. Ele estava comunicando o seu senso de urgência, por causa da propagação da iniqüidade e do mal” (Comentário Aplicação Pessoal do Novo Testamento. Vol. II. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, p.345). Professor, isso nos mostra que o cristianismo privilegia a forma de pensar com sabedoria, tendo em vista que somos desafiados e viver de forma que demonstremos a sabedoria de Deus em nossas vidas. Por ordens da Bíblia, o crente jamais deve ser uma pessoa insensata.

2. BUSCANDO AS COISAS ESPIRITUAIS

2.1. “Não vos embriagueis com o vinho”.
Paulo comenta que os cristãos não deviam embriagar-se, e havia um bom motivo nisso. As pessoas dadas ao vinho tendem a ser descontroladas. Na Bíblia, temos alguns casos de pessoas que tiveram problemas por causa do vinho. Noé, após o dilúvio, embriagou-se e teve um sério problema familiar (Gn 9.21); ainda em Gênesis, vemos que quando Deus destruiu Sodoma e Gomorra, as filhas de Ló, com medo de ficarem sem descendentes, embebedaram seu próprio pai e cometeram um incesto com ele (Gn 19.30-38). O sacerdote não poderia beber vinho enquanto estivesse ministrando no tabernáculo, tendo em vista a santidade de seus atos (Lv 10.9). Essas advertências devem nos levar a pensar seriamente no fato de que não podemos ter uma vida cheia do Espírito tendo ao mesmo tempo problemas com bebidas que podem nos tirar da consciência. Deus espera que tenhamos o juízo perfeito em todos os momentos, e por isso, não devemos ficar entorpecidos com bebidas alcoólicas. Lembre-se de que os bêbados não herdarão o Reino dos céus (1 Co 6.10).

2.2. Sujeitai-vos uns aos outros.
Esse mandamento bíblico deve ser uma constante em nossas vidas. O princípio por trás dessa recomendação é o cuidado contra a soberba, a arrogância. Não se pode pensar numa pessoa cheia do Espírito e ao mesmo tempo soberba e cheia de si. Não raro, pessoas arrogantes fazem o possível para realizar obras que as destacarão como o centro de todas as coisas. Seus feitos não buscam refletir a glória de Deus, mas o seu próprio brilho pessoal. Sobre isso, Paulo disse: “Nada façais por contenda ou por vangloria, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” (Fp 2.3).

Estar sujeitos uns aos outros afasta de nós a arrogância e a soberba, e nos mostra que como Jesus demonstrou submissão a Deus e humildade diante dos homens, podemos fazer a mesma coisa.

            AUXÍLIO TEOLÓGICO 2

“Remir o tempo (5.16). Remindo (exago- razomenoi,'comprando’) não transmite a ideia de pagar um preço determinado, mas significa ‘aproveitando ao máximo’. Tempo (kairos) ‘denota uma época crítica, uma oportunidade especial, que logo passa’. A tradução mais correta seria ‘aproveitando ao máximo as oportunidades’... O serviço a Deus acha-se por trás do pensamento do apóstolo. Como diz Erdman: ‘A sabedoria do andar dos efésios consistiria no empenho cuidadoso de agarrar toda ocasião adequada para fazer o bem, e esforçar- se em possuir toda ocasião possível para o cumprimento do dever’. Não devemos deixar escapulir de nossas mãos a oportunidade preciosa de testemunhar de Cristo, porquanto os dias são maus. Os obstáculos erguidos pelo pecado são numerosos e tremendos; portanto, devemos estar preparados para agir imediatamente segundo a direção graciosa do Espírito Santo. Phillips traduz o versículo da seguinte maneira: ‘usem o tempo da melhor maneira possível, apesar de todos os males de nossos dias”’ (Comentário Biblico Beacon. Vol. 9. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.178).

33. DANDO GRAÇAS EM TUDO

3.1. Gratidão é importante.
Uma das características mais importantes de nosso relacionamento com Deus é a gratidão. Temos motivos de sobra para sermos gratos a Deus. Fomos salvos por Cristo e somos herdeiros de Deus para a vida eterna. Podemos adorar a Deus na beleza de sua santidade. Podemos orar a Deus e contar com respostas às nossas orações. E acima de tudo, temos um Deus bondoso e amoroso como nosso Senhor.

Não podemos nos esquecer de demonstrar a nossa gratidão para com Deus. Essa demonstração pode ser manifestada em cânticos, em palavras de gratidão em nossas orações, em testemunhos para com outras pessoas, e no incentivo a que outras pessoas também sejam gratas a Deus por tudo o que Ele tem feito e ainda irá fazer. Tais manifestações de gratidão precisam alcançar outras pessoas, desta vez, não para que tenham o conhecimento do quanto somos gratos a Deus, mas sim para que demonstremos na prática a nossa gratidão.

3.2. Gratidão em tudo.
A Bíblia nos diz para ser gratos, e ela completa: “em tudo”. Seria a intenção de Deus nos mandar ser gratos não apenas nos momentos de alegria, mas de adversidade e oposição também? Sim. Deus espera que tenhamos um coração agradecido.

O próprio apóstolo Paulo mostra gratidão para com Deus e com a Igreja em Filipos. Ele estava preso quando recebeu uma ajuda dessa igreja, e respondeu com uma carta que mostra muito desse coração grato: “Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.11-13). Paulo sabia ter equilíbrio e um coração agradecido mesmo na adversidade.

3.3. Salmodiando ao Senhor em vosso coração.
Salmodiar é literalmente cantar salmos. Os salmos são cânticos feitos nos tempos bíblicos, que demonstravam as emoções do povo ou de uma pessoa específica. Um indivíduo poderia estar muito alegre, então, cantava um salmo. Outra pessoa poderia estar triste e também cantava um salmo. Uma pessoa poderia ainda estar desesperada ou esperançosa, aguardando de Deus uma resposta que não havia chegado, mas ainda assim cantava um salmo.

Os salmos são uma expressão verdadeira de como nos aproximamos de Deus, independente de nosso estado de espírito. Ele sabe como estamos, e não podemos esconder dEle o nosso verdadeiro estado. Por isso, os cânticos são recomendados não apenas durante o culto, mas também fora dele, ou seja, em nossos lares, no iocal de trabalho (desde que não incomode as pessoas que estão em torno de nós), e outros locais e períodos em que podemos ter um momento com Deus.

Paulo também falou sobre cânticos espirituais e hinos. É possível crer que esses cânticos espirituais podem se referir a cânticos que o Espírito coloca em nossos corações, ou mesmo cânticos em outras línguas, de acordo com o que o Espírito de Deus venha a conceder individualmente a cada pessoa (At 2.4). Nem todas as pessoas passam por essa forma de adoração a Deus, mas isso não significa que ela não esteja disponível em nossos dias.

            AUXÍLIO TEOLÓGICO 3

“Expressar a Alegria do Espírito (5.19,20). Que diferentes contrastes há entre os resultados da embriagues e do enchimento do Espírito! O consenso geral é que Paulo não está falando primariamente sobre cultos de adoração, mas acerca das relações normais sociais de todo dia. As pessoas cheias do Espírito falam entre si na linguagem da devoção e do louvor (19a, Cl 3.16). Salmos é referência ao livro dos Salmos no Antigo Testamento. Hinos é alusão provável de antigas composições cristãs, algumas das quais foram preservadas no Novo Testamento. Muitos estudiosos aceitam os seguintes textos como hinos ou partes de hinos; Filipenses 2.5-11, Colossenses 1.12-18, Tito2.11-14, 1 Pedro 3.18-22. O livro de Apocalipse possui várias passagens poéticas que devem ter sido cantadas nos primeiros anos da igreja. Cânticos espirituais podem ser manifestações espontâneas que expressam alegria e louvor na ocasião do derramamento especial do Espírito nas pessoas” (Comentário Bíblico Beacon. Vol.9. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, p.178. Portanto, professor, o louvor, seja congregacional, seja individual, deve ser uma constante na vida dos servos de Deus. De nossas bocas deve sempre sair palavras que edificam, e essas mesmas palavras, com notas musicais, devem sempre adorar a Deus.

CONCLUSÃO

Ser cheio do Espírito é um desafio diário para todos nós, mas não é impossível. Se desejarmos uma vida de plena comunhão com Deus, não podemos permitir que outras coisas venham ocupar o espaço que é somente do Senhor. Sendo sábios, remindo o tempo, sendo gratos e verdadeiros adoradores, podemos demonstrar o quanto Deus opera em nós por intermédio do seu Espírito Santo.

APROFUNDANDO-SE

“Como a embriaguez é evidência de excesso de vinho, a adoração cheia do Espírito deve ser evidenciada pela presença do Espírito Santo. Desta exortação, veio muito do estilo da histórica adoração coletiva cristã que ainda hoje é parte do nosso culto. Os crentes podem se encorajar uns aos outros e louvar a Deus através da música. Paulo mencionou os salmos semelhantes aos do Antigo Testamento, bem como os novos, que foram escritos conforme o estilo antigo. Os salmos eram geralmente acompanhados por uma harpa. Os hinos e cânticos espirituais eram escritos pelos crentes e podiam ser usados para louvar a Deus. Alguns fragmentos desses hinos podem estar presentes em algumas das cartas de Paulo (Fp 2.5-11; Cl 1.15-18; 1 Tm 3.16)” (Comentário Aplicação Pessoal do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, Vol.12, 2001, p.345).

SUGESTÃO DE LEITURA

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O autor realizou um estudo sistematizado sobre os livros de Provérbios de Salomão e Eclesiastes. Ao esquadrinhar de forma profunda esses livros, o autor quer que admiremos e desfrutemos de verdadeiras pérolas da sabedoria divina para o nosso enlevo espiritual. José Gonçalves presenteia o leitor com um comentário bíblico, fruto de um árduo, porém prazeroso, trabalho.

VERIFIQUE SEU APRENDIZADO

1. Quem é o Espírito Santo?
R.
O Espírito Santo é a terceira pessoa da Trindade.
2. Qual a missão do Espírito Santo?
R.
A missão do Espírito Santo, portanto, é nos santificar, nos fazer caminhar mais perto de Deus e mais distante do mundo.
3. O que significa a expressão “remindo o tempo”?
R.
Remir o tempo é administrá-lo de forma sábia em todos os momentos.
4. Qual o princípio por trás da recomendação “sujeitai-vos uns aos outros”?
R.
O princípio por trás dessa recomendação é o cuidado contra a soberba, a arrogância.
5. Explique a expressão “salmodiar” e mencione o que os salmos expressam.
R.
Salmodiar é literalmente cantar salmos. Os salmos são uma expressão verdadeira de como nos aproximamos de Deus, independente de nosso estado de espírito.

VOCÊ SABIA?

“O vinho descrito na Bíblia poderia ser ‘desde o simples suco de uva ou um xarope engrossado, até as bebidas alcóolicas mais fortes com as quais os israelitas estavam familiarizados, cujo uso levava frequentemente a cenas deploráveis de embriaguez [...] O termo vinagre (heb. homes, gr. oxos), na Bíblia, refere-se ao vinho azedado ou fermentado, o vinagre de vinho era mais barato que o vinho normal, e assim, era uma bebida predileta das camadas mais baixas da sociedade (Rt 2.14)” (
Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p.2021). 


Fonte: CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus
 

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