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   NOMES BÍBLICOS e seus Significados



VIVENDO AS VERDADES DA BÍBLIA

Lição 9 - Relacionando-se com os Estudos

Classe: Discipulando - Ciclo 3
Revista: do Professor
Editora: CPAD

TEXTO BÍBLICO BASE


Atos 17.18-27,32,33
18 - E alguns dos filósofos epicureus e estoicos contendiam com ele. Uns diziam: Que quer dizer este paroleiro? E outros: Parece que é pregador de deuses estranhos. Porque lhes anunciava a Jesus e a ressurreição.
19 E, tomando-o, o levaram ao Areópago, dizendo: Poderemos nós saber que nova doutrina é essa de que falas?
20 Pois coisas estranhas nos trazes aos ouvidos; queremos, pois, saber o que vem a ser isso.
21 (Pois todos os atenienses e estrangeiros residentes de nenhuma outra coisa se ocupavam senão de dizer e ouvir alguma novidade.)
22 - E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos;
23 - porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais não o conhecendo é o que eu vos anuncio.
24 - O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens.
25 - Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas;
26 - e de um só fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação,
27 - para que buscassem ao Senhor, se, porventura, tateando, o pudessem achar, ainda que não está longe de cada um de nós;
32 - E, como ouviram falar da ressurreição dos mortos, uns escarneciam, e outros diziam: Acerca disso te ouviremos outra vez.
33 - E assim Paulo saiu do meio deles.

MEDITAÇÃO


E peço isto: que o vosso amor aumente mais e mais em ciência e em todo o conhecimento. (Fp 1.9)

REFLEXÃO BÍBLICA DIÁRIA


   SEGUNDA FEIRA 1 Samuel 2.3
   TERÇA FEIRA 1 Reis 4.30
   QUARTA FEIRA Provérbios 13.10
   QUINTA FEIRA Êxodo 35.31
   SEXTA FEIRA Eclesiastes 2.13
   SÁBADO Provérbios 2.10

ORIENTAÇÃO AO PROFESSOR


INTERAGINDO COM O ALUNO

Nesta semana estudaremos sobre a importância de ser testemunha de Deus em ambientes de instituições de ensino. Escolas e faculdades são locais em que os cristãos podem falar de Jesus tanto com palavras quanto por exemplos. Diferente do local de trabalho, os ambientes de ensino tendem a ser freqüentados por pessoas críticas, muitas vezes oponentes da fé. Mas esses ambientes também são freqüentados por pessoas desejosas de conhecer a verdade, e abertas à evangelização, desde que achem principalmente palavras e testemunho conjugados na vida de um verdadeiro cristão. Por isso, é importante que o cristão saiba como falar de Jesus, mas acima de tudo, ser uma pessoa íntegra nesses ambientes, estudando, sendo respeitoso com todas as pessoas, cumprindo com os seus deveres escolares ou acadêmicos e levar a sério os estudos que servirão para uma futura vida profissional. Trabalho e estudos não estão desvinculados; primeiro aprendemos uma profissão, e depois a exercemos. Portanto, podemos honrar ao Senhor com nossos estudos e depois com a nossa vida profissional.

OBJETIVOS


Sua aula deverá alcançar os seguintes objetivos:

► Entender a importância dos estudos nos tempos bíblicos e em nossos dias;
► Estimular os discipulandos a dedicarem-se nos estudos de forma a refletir a glória de Deus no ambiente escolar ou acadêmico;
► Aplicar o testemunho diário à Palavra de Deus, tanto nos estudos quanto na futura profissão.

PROPOSTA PEDAGÓGICA


Professor, neste domingo vamos estudar sobre a importância dos estudos na vida do crente, e de que forma esse crente pode contribuir com o Reino de Deus e a sociedade por meio da busca do conhecimento. Comece sua aula dizendo que Deus nos fez com a capacidade de pensar e aprender a pensar, reter o conhecimento adquirido e utilizá-lo no nosso dia a dia. A seguir, pergunte a eles qual é a importância de se dar testemunho de Cristo nas escolas ou universidades que freqüentam, e como podem dar testemunho de Cristo sendo alunos responsáveis e íntegros em seus estudos. Diga-lhes que temos uma excelente oportunidade de representar Cristo no ambiente em que estamos buscando o conhecimento secular, e podemos dividir com outros colegas o conhecimento espiritual.

COMENTÁRIO


INTRODUÇÃO

Deus se importa com a nossa vida cultural. Na Bíblia, diversos homens foram pessoas dedicadas ao saber, como Salomão e Daniel, no Antigo Testamento, e o apóstolo Paulo, em o Novo Testamento. Nesta lição, veremos como que em nossos dias, um cristão pode se relacionar com os estudos e com o grupo da escola ou da faculdade. E de que forma podemos influenciar pessoas nesses ambientes muitas vezes contrários ao Evangelho.

1. COMPREENDENDO A CULTURA DO MUNDO

► 1.1. Uma cultura que precisa ser redimida.
Quando observamos a cultura do mundo, devemos entender o seu valor, mas igualmente considerar, que ela foi afetada pela forma de vida pecaminosa da humanidade. Deus tem sido generoso com o homem, permitindo que ele se desenvolva cientificamente. Mas devemos lembrar que por causa do pecado, o conhecimento adquirido e desenvolvido pode ser deturpado pela maldade. Deus não é contrário ao conhecimento, mas deposita em nossa responsabilidade a forma como buscamos e aplicamos o conhecimento que temos.

► 1.2. Os dois lados do conhecimento.
O conhecimento possui dois lados que devem ser analisados sob a perspectiva cristã. Na esfera positiva, o conhecimento tem conduzido a tecnologia na busca e concretização de descobertas científicas que continuamente beneficiam a humanidade. Vacinas são descobertas, tratamentos contra doenças são desenvolvidos, a internet vem proporcionando um aumento do saber e tem conectado pessoas em todo o mundo. A parte ruim vem com os abusos e o mau uso de toda essa ciência, inclusive incentivando a ideia da suposta independência do homem para com Deus. A tecnologia vem sendo aprimorada para desenvolver armas, propagar mentiras, recrutar pessoas para a prática terrorista e corromper outras. Vivemos numa época em que há muita informação, mas pouco conteúdo confiável e edificante para a nossa vida. Por isso, não devemos desprezar o conhecimento, mas ser cuidadosos com o que buscamos.

► 1.3. Um desafio à igreja em nossos dias.
De acordo com o texto bíblico desta lição, vemos a estratégia que o apóstolo Paulo usou para falar de Jesus aos atenienses. Ele sabia que os gregos não conheciam a cultura de Israel nem as Escrituras, e partiu do conhecimento que eles tinham para depois falar de Deus e do plano da salvação. Nem sempre vamos falar com pessoas que conhecem das Escrituras ou da fé em Jesus, mas isso não deve nos impedir de apresentar a mensagem do Evangelho a essas pessoas numa linguagem e forma que elas entendam.

AUXÍLIO DIDÁTICO 1


Professor fale ao aluno que testemunhar de Jesus nos ambientes escolares e acadêmicos é um desafio a todo cristão. Além de o aluno cristão ter de ser um exemplo nesses ambientes, estudando, sendo pontual na entrega dos trabalhos, não usando meios espúrios para demonstrar seus conhecimentos, ele precisa refletir a imagem de Deus por onde passa. Isso não é realmente fácil, pois nos ambientes escolares há diversos professores que não professam a fé cristã, ou são antagônicos a ela, e com seu poder de influência, ante a turma, mostram claramente suas opiniões sobre assuntos relacionados à fé e à ciência. E quando um aluno se contrapõe ou discorda do que foi falado, pode ser rotulado de fundamentalista religioso ou ignorante e intolerante. Por isso, é necessário que o aluno ou aluna cristão se destaque como bom estudante, e que seja exemplo em todas as coisas. Se um aluno cristão dá mau testemunho onde estuda, será alvo de escárnio, mas se for íntegro em seu testemunho, bem como em sua vida estudantil ou acadêmica e souber como apresentar o Evangelho aos seus colegas, certamente será usado para fazer pessoas refletirem sobre a obra de Deus. Estimule aos alunos a lembrarem de que Deus honra aqueles que o honram (1 Sm 2.30), inclusive nos estudos.

2. DEUS VALORIZA O CONHECIMENTO

► 2.1. A escola nos tempos bíblicos.
A educação dos tempos bíblicos visava à transmissão de conhecimentos de uma geração para outra. Nos primórdios era uma educação mais voltada ao âmbito familiar, mas com o tempo criaram-se instituições que se responsabilizaram pela educação. Quando os hebreus saíram do Egito, não possuíam um sistema de ensino organizado. A educação no lar contemplava a responsabilidade da mãe para criar e educar os filhos até os três anos. As meninas eram ensinadas a cuidar dos afazeres domésticos, e os meninos aprendiam a lei com o pai, que também se responsabilizava por ensinar uma profissão aos filhos. Havia moças que aprendiam outros ofícios além dos deveres domésticos, como parteiras (Êx 1.15-21) e cantoras (Ec 2.8).
A educação judaica primava tanto por repassar uma profissão aos filhos homens que um rabino certa vez disse que “o pai que não ensina ao filho um ofício útil está educando-o para ser um ladrão”.

► 2.2. O valor do ensino.
Não se obtém conhecimento, de forma geral, sem que haja o processo de ensino-aprendizagem. Há pessoas que desenvolvem determinadas habilidades de forma independente, sem recorrer a uma metodologia organizada ou a um professor. Entretanto, os métodos mais eficazes são o repasse de conhecimento de um professor a um ou mais alunos. Nesse aspecto, professor não é necessariamente quem sabe mais, e sim quem estudou primeiro. E na esfera cristã, é recomendável que aprendamos com as pessoas que chegaram antes de nós. Lembre-se de que quem não se propõe a aprender não terá condições de ensinar.

► 2.3. Equívocos em relação aos estudos.
Há pessoa que, equivocadamente, lê 2 Coríntios 3.6 como se estudar não tivesse valor: “o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito vivifica”. O que esse verso realmente quer dizer? Quer dizer que o apóstolo Paulo foi feito ministro de uma nova mensagem, a do Evangelho. A expressão “a letra mata” mostra que a lei, do Antigo Testamento, fala às pessoas sobre seus pecados, mostrando-lhes o quão distante estão de Deus. Já, “o Espírito vivifica”, fala sobre o Espírito de Deus. Esse texto, portanto, não tem nada a ver com a pessoa estudar ou não.

Outro equívoco comum é achar que Deus não deseja que venhamos a completar os estudos formais. Essa ideia não encontra respaldo nas Escrituras. O livro de Provérbios orienta que sejamos pessoas que buscam o conhecimento: “Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento” (Pv 3.13); “A sabedoria é a coisa principal; adquire, pois, a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o conhecimento” (Pv 4.7); “O hipócrita, com a boca, danifica o seu próximo, mas os justos são libertados pelo conhecimento” (Pv 11.9). Há muitos outros versos bíblicos que mostram a importância de obtermos o conhecimento e a sabedoria, e isso em nada impede a busca de um cristão em freqüentar uma universidade, se formar, buscar uma profissão técnica e obter do conhecimento técnico, adquirindo assim o sustento necessário.

AUXÍLIO DIDÁTICO 2


Outro ponto a ser comentado na aula é que Deus espera que conheçamos sua Palavra para que possamos testemunhar no ambiente de estudo secular. Nosso testemunho faz a diferença em qualquer lugar. Vejamos o caso de Daniel e seus amigos: eles eram “jovens em quem não havia defeito algum, formosos de aparência, e instruídos em toda a sabedoria, e sábios em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tinham habilidade para viver no palácio do rei, e foram ensinados nas letras e na língua dos caldeus” (Dn 1.4). Aqueles moços - Daniel, Hananias, Misael e Azarias - foram escolhidos para ter uma vida no palácio de Na- bucodonosor. Eles foram residir naquele lugar e aprender com os caldeus tanto a língua quanto a cultura daquele povo, mas não perderam de vista a importância de deixar intacta a sua fé. Com o passar do tempo, os jovens hebreus se destacaram tanto na questão do conhecimento quanto da saúde física, e foram reconhecidos como pessoas exemplares, porque decidiram servir a Deus no ambiente em que moravam e estudavam. Isso fez o diferencial, a ponto de Deus livrar os três amigos de Daniel da fornalha ardente, e Daniel da cova dos leões. E pelos seus estudos, os jovens hebreus chegaram a posições privilegiadas no reino, por serem pessoas responsáveis com suas obrigações e tementes a Deus.

3. AGINDO COM HONESTIDADE NA ESFERA INTELECTUAL

3.1. Definindo honestidade intelectual.
Honestidade intelectual é uma habilidade que estudantes precisam ter, no sentido de reconhecer que precisamos, nos estudos, basear nossas ideias em parâmetros aceitáveis de pesquisa, para não deturparmos o que estamos estudando. Honestidade intelectual também é reconhecer quando estamos errados na proposição de um argumento, quanto nossas ideias estão equivocadas ou quando nos esquecemos de mencionar um pensador ou professor que partilhou conosco algo que aprendemos. Portanto, estudando e pesquisando da maneira correta e admitindo a possibilidade de mudar de pensamento, quando for o caso, estamos contribuindo com a honestidade intelectual.

3.2. Não usando meios alternativos para ser avaliado.
Uma das maiores tentações de estudantes, tanto na escola quanto na faculdade, é a prática da “cola”, a consulta não autorizada de um material com informações que indicam como resolver questões de prova. Isso é errado porque, em primeiro lugar, estudantes, tanto cristãos quanto não cristãos, devem ter responsabilidade em estudar e dominar o assunto que estão vendo. Provas são um dos métodos de avaliação de matérias, e que mostram que o aluno está apto para passar para a etapa seguinte de conhecimento. Em segundo lugar, ou sabemos o que estudamos ou não sabemos, e neste caso, precisaremos repetir o ciclo daquela matéria. Isso é mais honroso do que ser aprovado sem ter o conhecimento que deveríamos ter adquirido naquele período. Lembre-se do que Jesus disse sobre a nossa forma de falar e proceder: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt 5.37). Lembre-se de que agradamos a Deus com nossa honestidade, inclusive a intelectual. Usar a cola é desonestidade intelectual, e não deve fazer parte da rotina de um estudante cristão.

3.3. Dando honra a quem tem honra.
Uma das formas mais cristãs de valorizarmos o conhecimento é dando honra a quem tem honra. Mas na esfera dos estudos, o que isso significa? Significa que devemos reconhecer aqueles que foram antes de nós, que ajudaram a formar nossas ideias. É necessário que reconheçamos também, em nossos trabalhos acadêmicos e textos, as pessoas que nos serviram de inspiração e trataram dos assuntos que pesquisamos antes de nós. Lembre-se de que não se pode tirar tudo o que se escreve apenas da própria cabeça, sem pesquisar nem consultar outras pessoas que já se tornaram especialistas nesses assuntos. Portanto, honestidade acadêmica é necessária sempre, tanto na escola quanto na faculdade.

AUXÍLIO DIDÁTICO 3


Professor, um dos maiores desafios aos estudantes é mostrar seu desempenho escolar ou acadêmico, sem que para isso se recorra a práticas que desagradam a Deus, como a cola. Por isso, é fundamental você declarar ao discipulando que esse desafio é para cristãos e não cristãos, e se o aluno não compreender a importância de ter uma preparação escolar adequada, estará colocando em risco todo o seu preparo, seja para uma vida profissional, seja para uma futura vida acadêmica. Uma questão para reflexão desse importante tema ético seria: “Quem gostaria de ser atendido por um profissional que 'ao longo de sua vida de estudos, não se dedicou como deveria e conseguiu ludibriar seus instrutores e professores olhando a resposta do colega ao lado?” Certamente, a resposta é negativa. Então professor, afirme ao discipulando que, por isso, como cristãos, devemos ser pessoas que levam a sério o preparo escolar e acadêmico tanto para a vida profissional quanto para a vida pessoal. Outra forma com que os alunos mancham suas vidas acadêmicas é não citando as fontes que usaram em seus trabalhos, ou ainda copiando e colando informações sem as ler, sem entender o que está ali escrito e sem dizer de onde retiraram aquelas ideias, Isso é errado, pois estamos sempre aprendendo, e é necessário mencionar aqueles que nos forneceram o suporte de conhecimento para que viéssemos a nos formar. Isso é agradável a Deus, pois não podemos tirar tudo o que ensinamos ou escrevemos do nada, e sim a partir de escritos e aulas de outras pessoas que estudaram antes de nós.

CONCLUSÃO


Deus não é contra os estudos, nem contra a busca do conhecimento. Tanto a busca do conhecimento quanto da sabedoria são incentivados na Bíblia, e grandes homens de Deus foram dedicados aos estudos. O que se deve observar é a honestidade necessária na busca do conhecimento, e acima de tudo, não esquecer de que todo o conhecimento que adquirimos deve ser usado de forma sábia e que honre a Deus sempre.

APROFUNDANDO-SE


“Os primeiros cristãos conheciam de forma razoável a cultura grega. “Ao contrário, os gregos não tinham nenhum conhecimento das Escrituras, e os conceitos de pecado e redenção não lhes eram familiares. Seu conceito de ‘deus’ apontava para um panteão de deidades que operavam a partir das paixões humanas, meramente numa escala superior. Como resultado, os apóstolos tinham que encontrar um ponto inicial diferente. O exemplo clássico é o discurso do apóstolo Paulo em Atenas [...]. Paulo não começou com a salvação. Ele primeiro começou com os fundamentos da doutrina da criação: ‘O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra’ (Atos 17.24). Então argumentou que seus ouvintes deveriam convir e entender por eles mesmos que esse Deus não poderia ser como um ídolo de ouro ou de prata. Ele criara os seres humanos então era um ser pessoal, alguém a quem eles deviam submissão pessoal” (COLSON, Charles; PEARCEY, Nancy. E Agora, como Viveremos? Rio de Janeiro: CPAD, 2015, pp.50,51).

SUGESTÃO DE LEITURA

► Sua Igreja Está Preparada?
Ideal para pastores e líderes, este livro ajudará o leitor a transmitir a sua igreja uma visão apologética equilibrada em todos os níveis, do púlpito e departamentos ao mundo do trabalho, da escola e do lar em que os membros de sua igreja vivem. Excelente para ser usado em atividades de grupos.
► Em Defesa da Fé Cristã
Este livro traz uma série de respostas racionais, inteligentes e bíblicas às perguntas que investigadores sinceros (muitos críticos, céticos e ateístas) têm feito.
► Minha Jornada do Ceticismo à Fé
Neste livro mulheres contam seus testemunhos, como Deus agiu em diversos aspectos de suas vidas e o que deve ser feito para ser uma mulher mais comprometida com Deus, como ter mais experiências com Ele e de que maneira pode-se ter uma vida repleta de momentos felizes.

VERIFIQUE SEU APRENDIZADO


1. O que devemos entender sobre a cultura do mundo?
R. Quando observamos a cultura do mundo, devemos entender o seu valor, mas igualmente considerar que ela foi afetada pela forma de vida pecaminosa da humanidade.
2. Explique os dois lados do conhecimento que devem ser analisados sob a perspectiva cristã.
R. Na esfera positiva, o conhecimento tem conduzido a tecnologia na busca e concretização de descobertas científicas. A parte ruim vem com os abusos e o mal uso de toda essa ciência.
3. O que visava a educação nos tempos bíblicos?
R. Visava à transmissão de conhecimentos de uma geração para outra. Era uma educação voltada para o âmbito familiar.
4. Interprete corretamente 2 Coríntios 3.6
R. A expressão “a letra mata” mostra que a lei, do Antigo Testamento, fala às pessoas sobre seus pecados. Já, “o Espírito vivifica”, fala sobre
o Espírito de Deus. Não tendo, portanto, nada a ver com estudar ou não
.
5. O que é ser intelectualmente honesto?
R. Quando observamos a cultura do mundo, devemos entender o seu valor, mas igualmente considerar que ela foi afetada pela forma de vida pecaminosa da humanidade.

VOCÊ SABIA?


“A cultura ocidental uma vez assemelhou-se à cultura judaica do primeiro século; a maioria das pessoas conhecia as Escrituras, embora nem sempre fosse obediente aos seus mandamentos. Hoje, muitas pessoas são completamente desconhecedoras dos ensinos bíblicos básicos, e devemos encontrar maneiras de envolver aqueles que pensam mais conforme os gregos do que como judeus. Devemos seguir o padrão do Novo Testamento para falar a uma cultura pagã” (COLSON, Charles; PEARCEY, Nancy. E Agora, como Viveremos? Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p.51). 

Fonte: CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus

 

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